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A frase acima é a da primeira página do site do jornal “The Sun”.
Pois o Tottenham é campeão da Carling Cup após vencer o Chelsea por 2 a 1 com gol na prorogação.
E foi um jogaço!!!!!
Parabéns a equipe de Londres que conquistou duas ótimas vitórias na reta final da competição.
Goleou o arqui-rival Arsenal na semi e venceu o Chelsea, que era o campeão anterior.
Título mais que bem vindo para a equipe que não conquistava nada a nove anos.
Quarto título da Carling Cup para o Tottenham.
Grupo 4 da Libertadores
Grupo com equipe brasileira.
GRUPO 4: FLAMENGO (BRA), Nacional (URU), Coronel Bolognesi (PER), Cienciano (PER)

Flamengo: Tem tudo para ser líder do grupo. Time bem montado, torcida empolgada (coisa que não acontecia a tempo) e camisa que assusta qualquer o adversário. Tudo bem o ataque ainda é uma incógnita, mas de resto o time é extremamente equilibrado. Se mostrar o bom futebol que jogou fim do Brasileiro do ano passado tem tudo para ser um dos times semifinalistas.
Destaque: Léo Moura e Juan. O time todo pode mudar, mas os dois laterias são peças fundamentais para o time. Tanto que Joel Santana sabe disso e monta um esquema voltado para eles.
Fique de olho: Jaíton. Todos brilham, mas que carrega o piano no meio campo é o jovem que veio das categorias de base.

Nacional: Enfraquecido como todo o futebol, uruguaio, O Nacional não é nem sombra da equipe que chegou as quartas de final no ano passado. Perdeu muitos jogadores e até o treinador Gerardo Pelusso. Poucos reforços chegaram, mas dificilmente o time uruguaio ficará de fora das oitavas. O problema será no mata-mata, pois o time não perece ter forças para ir muito longe.
Estaque: Richard Morales, experiente atacante uruguaio é o principal reforço da equipe. Um toque de experiencia para uma jovem equipe.
Fique de olho: Dois jovens jogadores da nova geração do futebol celeste. Diego Arismendi. e Bruno Fornalroli. O primeiro é volante e o segundo um perigoso atacante.

Coronel Bolgnesi: O campeão do Clausura peruano tem um time jovem e mediano. Pela primeira vez na Libertadores, o “Bolo” mantem a base da equipe, portanto, muita velocidade nos contra-ataques e muita marcação.
Destaque: O goleiro Penny, que tem sido convocado nos ultimos jogos da seleção peruana. Seguro e ágil é um dos pontos fortes da equipe.
Fique de olho: Junior Ross. Atacante habilidoso que sempre joga pelas laterias. Uma opção para puxar os contra-ataques.

Cienciano: Time mediano, com o reforço de 3.500 metros de altitude. Pouco? Pois bem, foi assim que o Cienciano ganhou a Copa sul-americana de 2003. Jogar em Cusco não é fácil, e sabendo disso o time peruano vai pra cima e pressiona o adversário o tempo todo quando joga no estádio Inca de la veja, pena que perdeu seu artilheiro, que foi para a Ucrânia. Já fora as coisas mudam. Retranca os 90 minutos.
Destaque: Masakatsu Sawa, ex-Coronel Bolognesi é um bom jogador e acaba se destacando por ser japonês. Uma curiosidade desta equipe.
Fique de olho: Júlio Garcia, uma das poucas cabeças pensantes desta equipe.


As imagens e a frase dita por Arsene Wenger relacionada a Martin Taylor diz tudo. E são fortes.
“Este rapaz nunca deveria voltar a jogar. O que ele está fazendo em um campo de futebol?”
Eduardo da silva está fora da EURO 2008.
Grupo 3 da Libertadores.
Grupo do atual campeão, Boca e do tradicional Colo-Colo.
GRUPO 3: Boca Juniors (ARG), Colo-Colo (CHI), Atlas (MEX) Union Maracaibo (VEN)

Boca Juniors: É o atual campeão. E daquele time pouca coisa mudou. Banega e Ledesma saíram, foram para o Valencia e para o Olympiacos respectivamente. De reforços, os principais são Castroman, ex-Velez e Caceres, zagueiro paraguaio que jogou no Atlético-MG. Mas a novidade mesmo é o novo treinador, Carlos Ischia, que era auxiliar de Carlos Bianchi no período mais vitorioso da história do Boca. Porém a falta de currículo do treinador pode ser o principal problema da equipe. Porém, como se trata do Boca e de um grupo experiente, não como...ELES SÃO FAVORITOS.
Destaque: ROMAN. Falar mais é chover no molhado.
Fique de olho: Lucas Castromán foi muito bem no Velez, tanto na primeira quanto na segunda passagem. É uma ótima opção para Ischia.

Colo-Colo: Depois de sumir do cenário continental, o mais tradicional time chileno disputa a Libertadores com um time competitivo e pretende fazer uma ótima Libertadores. Com a base que domina o cenário chileno a dois anos, com Fierro, Rufio, Sanhueza e Riffo e com a chegada de bons jogadores como Fuenzalida, os Albos pretendem dar o grande salto conquistado agora a América.
Destaque: A base, que vem desde 2006. Isso faz com que o time possa mudar a opção tática sem mexer em muitas peças. Fator importantíssimo na Libertadores.
Fique de olho: Goznalo Fierro, que por milagre continuou na equipe. Ele fez com que os torcedores não sentissem tanta saudade de Suazo.

Atlas: Um bom time que não encaixou no segundo semestre de 2007. É esta imagem que o Atlas quer apagar na Libertadores da América. O primeiro passo foi dado ganhando a Interliga e conseguindo a vaga para a competição. Enquanto o time não encaixa, o jeito é contar com os brilhos individuais de alguns jogadores como Marioni, artilheiro da Sul-americana de 2006 jogando pelo Boca Juniors.
Destaque: O próprio citado acima, Bruno Marioni é o típico atacante argentino. Cabeludo, rápido e mortal na frente do goleiro. ,dificilmente perde chance. A principal arma dos Rojinegros.
Fique de olho: Campeão Mundial sub-17 em 2005, Jorge Hernandez é um jovem de extrema habilidade. Homem que liga o meio campo ao ataque, tem velocidade e um bom passe. Provavelmente será transferido para a Europa no meio do ano.

Maracaibo: Alguns jogadores da seleção venezuelana e Henao (aquele mesmo, ex-Santos) no gol. Muito pouco para quem quer alguma coisa na Libertadores. Só fará diferença arrancando alguns pontinhos dos trés adversários.
Destaque: O setor defensivo que tem os carimbados Henao (que se não pegou quando estava no Santos, quando jogou no Once Caldas pegou demais) o jovem chileno Muñoz e os figuras carimbadas jorge Rojas e Urdaneta.
Fique de olho: German Rodriguez. Jovem atacante de 17 anos, fez bons torneios de categoria de base pela seleção venezuelana. Esperança de algo novo na equipe.
Novidade no mercado:
A NIKE entrará no lugar da ADIDAS e será a nova fornecedora de materiais esportivos da seleção francesa a partir de 2011. o contrato vai até 2018.
Pelo acordo a empresa desembolsará cerca de 40,2 milhões de euros, mais premiações. Um valor bem mais alto do que o oferecido pela sua concorrente PUMA, que ofereceu apenas 13 milhões e maior ainda do que o contrato vigente com a empresa alemã, que é de 10 milhões.
Começou a imaginar a camisa da França feita pela NIKE?
Eu também...